Franquia de cafeteria construída em cima de bicicleta tem tudo para ganhar espaço Empreendimento une um produto de qualidade com a tendência da bicicleta, que ganha cada vez mais espaço

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A proposta do empreendimento é simples: construir uma cafeteria móvel, cujo deslocamento é feito por meio de uma bicicleta. Por mais singela e antiga que seja, a ideia de construir um negócio móvel é sempre atraente para empreendedores. Mas quando você agrega produtos de qualidade com uma tendência moderna, o resultado é sucesso.

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É exatamente essa a proposta da BikeCaffe. O negócio está em expansão por meio de franquias – inclusive há no site da empresa um número de telefone para atender ‘o mundo todo’ -, mas está longe de ser apenas um lugar que vende café.

A empresa afirma vender café de qualidade – expresso italiano, por exemplo -, além de agregar valor ao empreendimento ao usar a bicicleta como meio de deslocamento. Cada vez mais se discute, no mundo todo, políticas de fomento ao uso das ‘magrelas’.

A BikeCaffe também não é o único empreendimento atuando na área. A dupla de estudantes Lasse Oiva e Amos Field Raid é responsável por uma engenhosa invenção: a cafeteria ambulante. Trata-se do Velopresso, uma máquina móvel de café expresso que tritura o grão por meio de pedaladas.

A novidade projetada pelos designers, alunos da da Royal College of Art de Londres, utiliza uma estrutura semelhante a de um triciclo. As pedaladas geram energia para ligar a máquina responsável por moer os grãos de café. Já a água é aquecida por uma caldeira que funciona a gás. No entanto, os inventores já estão aperfeiçoando o projeto para torná-lo ainda mais ecologicamente correto. A meta que eles pretendem atingir é transformar os resíduos do café em etanol, que servirá como combustível.

Lino stark

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Transformers Theme Music Collection CD (2003)

Shumi Nagaremono: The Hobby Drifter

BEASTNext month, Columbia Japan will release The Transformers Music Matrix 30th Anniversary DVD and The Transformers Song Masterpiece CD boxed set.  Both will include all of the opening and ending theme songs used in every Transformers animated series.  And what great timing, since just a few weeks ago, yours truly *finally* found a copy of this:

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This is The Transformers Theme Song Collection.  Released by Columbia Japan in 2003, this was (to my knowledge) the first collection of Japanese Transformers theme music.  It includes the full versions all of the opening/ending theme songs from Fight! Super Robot Life Transformer (G1 season 1) all the way through Transformers: Micron Densetsu (the series that translators would butcher into becoming Armada) across two discs.  And while this release is about to become completely obsolete, it’s still an attractive bit of Transformers audio goodness, and I think it’s worth taking a look…

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8 de cada 10 eleitores de Aécio vão para Marina Silva no 2º turno, diz Beto Albuquerque

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UOLNotícias
13/09/2014

Lino stark

Do UOL, em Brasília 04/09/2014 – 06h00
O candidato a vice-presidente da República pelo PSB, Beto Albuquerque, acha que 8 em cada 10 eleitores de Aécio Neves devem votar em Marina Silva para presidente num eventual segundo turno. Os outros dois “talvez votariam em Marina”.

Em entrevista ao UOL e à “Folha”, Beto, 51 anos e deputado federal do Rio Grande do Sul há quatro mandatos, diz não pretender ser “desrespeitoso com nenhuma das candidaturas”, até por se declarar amigo de Aécio Neves, o nome do PSDB nesta corrida presidencial.

Para justificar a possível transferência em massa dos votos tucanos para Marina Silva, o gaúcho diz que isso vai ocorrer “porque são eleitores que querem mudar o país”. E Aécio, também iria de Marina? “É natural. Seria até uma incoerência pensar o contrário. Acho que ninguém pode ficar neutro”.

Beto é um congressista que fala sempre de maneira cuidadosa sobre adversários. Pontua com ressalvas suas assertivas a respeito de um eventual segundo turno. Quando menciona o eventual futuro aliado PSDB, sempre usa um tom ameno. “Desejo ao Aécio que ele tenha êxito na empreitada dele, para não ficarmos nos imiscuindo na realidade de cada um. [Mas] no segundo turno, para quem pregou na campanha inteira mudar o Brasil, o lugar é um lado só. Não há dois lados”.

A entrevista foi concedida na terça-feira (2.set) à noite. Não eram conhecidos os números da pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (4.set). Beto ainda estava sob o efeito da grande euforia a respeito da possibilidade de crescimento das intenções de voto de sua companheira de chapa.

Para ele, “pode, sim, alguém ganhar no primeiro turno” a disputa pelo Planalto. Quem? “Neste momento, quem pode ganhar no primeiro turno é a Marina Silva”. Faz, entretanto, uma ponderação: “Há espaço para ela crescer mais. Mas há também espaço para cair se a gente não continuar de forma humilde, com os pés no chão”.

APOIO NO CONGRESSO
Se eleita, Marina procurará apoio da maioria dos partidos. Mas ela própria escolherá, diz Beto, as pessoas de legendas aliadas para estarem no governo. Ou seja, muitas siglas poderão estar numa eventual administração marinista, só que será sempre a presidente quem vai decidir quais quadros desejará para estar ao seu lado.

Como hoje essa prática não funciona, o candidato a vice pelo PSB acredita que possa ocorrer “um ou outro impasse”, mas um novo modelo de relação com o Congresso será perseguido.

O PSB espera fazer uma bancada próxima a 50 deputados nesta eleição. Hoje, tem apenas 24 cadeiras na Câmara. E quando a Rede Sustentabilidade, partido montado por Marina, estiver com registro na Justiça Eleitoral? “Ela não está obrigada a continuar no PSB. Nós sabemos disso. Nós pactuamos isso com ela. Isso não diminui a nossa responsabilidade com o governo da Marina. Ela pode e continuará tendo apoio irrestrito do Partido Socialista Brasileiro”.

AGRONEGÓCIO
Nesta quinta-feira (4), Marina Silva estará no Rio Grande do Sul num dos maiores eventos agropecuários do ano, a Expointer, que começou no último dia 30 e vai até o 7 de Setembro. A ideia é que a candidata faça um discurso de conciliação para o público local.

Segundo Beto, em síntese, Marina dirá que vai manter o crédito para o setor agropecuário e que não atrapalhará o agronegócio.

Como será a atuação do vice-presidente no caso de vitória de Marina? “Quem dará limites para o vice é a presidente”, responde.

Acesse a transcrição completa da entrevista.

A seguir, os vídeos da entrevista (rodam em smartphones e tablets, com opção de assistir em HD):

1) Principais trechos da entrevista com Beto Albuquerque (9:09)

2) 8 de cada 10 eleitores de Aécio vão para Marina, diz Beto (3:06)

3) Quem pode ganhar no 1º turno é Marina, diz Beto (1:49)

4) Beto: Partidos devem concordar com o programa antes de indicar nomes (2:26)

5) Dilma sente que v

Lino stark

Dilma, Aécio e Marina gastam o equivalente a 1.600 casas populares

13/09/2014
Lino stark

Os três candidatos à Presidência da República mais bem colocados nas pesquisas, Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB), já gastaram mais de R$ 103 milhões na campanha eleitoral deste ano, o equivalente a quase 1.600 unidades do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. Só a petista gastou mais da metade desse total.

Os valores estão da segunda parcial da prestação de contas, divulgada no sábado (6) pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Dilma, que busca a reeleição e está em situação de empate técnico com Marina nas pesquisas, gastou até agora R$ 53,8 milhões. Depois vem Aécio (R$ 34,9 milhões), seguido por Marina (R$ 15,1 milhões).

O valor médio de uma unidade habitacional do Minha Casa, Minha Vida –que beneficia famílias de todo o Brasil com renda mensal de até R$ 1.600– é de R$ 65 mil.

Lino stark

Análise: bancos esnobam oferta de R$ 70 bi de Dilma para aumentar o crédito

Postado 13/09/2014
Lino stark

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Os bancos brasileiros, entre eles o Itaú Unibanco e o Bradesco, devem evitar usar a maior parte dos R$ 70 bilhões que o governo colocou à disposição para estimular o crédito e a economia.

“Estamos fazendo o máximo possível de crédito, mas existem situações que não estão tendo demanda. E a gente ouve falar muito que o empresariado está cauteloso, que o consumidor está cauteloso”, disse Domingos Figueiredo de Abreu, vice-presidente-executivo do Bradesco, em entrevista por telefone, da sede da empresa, em Osasco.

Depois que a economia mergulhou em uma recessão, no primeiro semestre de 2014, o Banco Central eliminou R$ 70 bilhões em depósitos compulsórios e exigências de capital para acelerar o crescimento do crédito, que caiu em julho para 11% em uma base anualizada, o nível mais baixo desde 2004.

Essas medidas poderiam aumentar o crédito em até R$ 310 bilhões, segundo dados compilados pela Bloomberg, dando um impulso à presidente Dilma Rousseff na corrida para as eleições do mês que vem.

Mesmo com os fortes incentivos, os bancos estão resistindo a aumentar o crédito. Entre esses incentivos está o fim da remuneração de 11% que eles recebiam sobre os R$ 40 bilhões em compulsórios depositados no BC.

Agora, os bancos podem receber um retorno zero sobre esse dinheiro ou usá-lo para financiar a compra de carros e motos, adquirir carteiras de crédito ou letras financeiras de bancos menores.

Empréstimos automotivos
“O problema é que a demanda para compra de veículos não está aquecida atualmente”, disse Paulo Duailibi, chefe de produtos de varejo do banco Santander Brasil SA.

“Como a alternativa é não receber nenhum retorno, estamos oferecendo empréstimos para as montadoras com taxas de juros muito atrativas”, às vezes mais baixas que a taxa Selic, do BC, o que permite que as empresas automotrizes ofereçam taxas de juros zero aos consumidores, disse ele.

Bradesco, Itaú, e Santander reduziram suas taxas de juros para empréstimos automotivos. O crédito para pessoas comprarem veículos caiu 4,5% em julho em relação ao mesmo mês do ano passado, para R$ 185,2 bilhões, segundo o BC.

“É improvável que o BC consiga estimular os bancos grandes a comprarem carteiras de crédito dos menores”, disse Antonio Hermann de Azevedo, diretor-executivo do banco BMG.

Compra de créditos
“Os bancos não vão comprar carteira de crédito depois dessas medidas, porque não tem muito portfólio para adquirir”, disse ele, em entrevista por telefone. Os bancos médios reduziram os empréstimos com a desaceleração da economia e para manter a inadimplência sob controle, disse Azevedo.

O BMG, que tem sede em São Paulo, possui 40% de uma joint venture de empréstimos consignados formada com o Itaú em 2012.

O Itaú não quis comentar se as medidas do governo vão alterar sua projeção de crescimento para o crédito neste ano. O banco estima que sua carteira de empréstimos aumentará para algo próximo de 10% neste ano, disse Marcelo Kopel, diretor de relações com investidores, no dia 5 de agosto, em teleconferência sobre lucros com repórteres.

O Bradesco mantém sua projeção de crescimento do crédito entre 10% e 14%, disse Abreu. O presidente Luiz Carlos Trabuco Cappi disse, após o anúncio das primeiras medidas do BC, em julho, que o banco poderia ampliar o crédito em R$ 10 bilhões usando os recursos liberados. Mas, segundo ele, o aumento não seria imediato.

Empréstimos do Itaú
O crédito total concedido pelo Itaú cresceu 11% no segundo trimestre em relação ao ano anterior, para R$ 518,4 bilhões, segundo seu balanço mais recente. A carteira de empréstimos do Bradesco cresceu 8,1%, para R$ 435,2 bilhões, enquanto os empréstimos do Santander aumentaram 4,9%, para R$ 279,7 bilhões.

“Os bancos têm uma certa reticência em aumentar a exposição a linhas de crédito mais arriscadas. A gent

Lino stark

A gente notava que ela tinha algo mais diferente’, diz a irmã de ‘Marinô’

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13/09/2014
Foi em 1974, aos 16 anos, quando a Marina Silva decidiu partir sozinha do seringal Bagaço rumo a Rio Branco, deixando para trás os seis irmãos e o pai viúvo. Quatro décadas mais tarde, sua irmã mais velha, Maria Deuzimar, 59, ainda se emociona ao se lembrar da despedida.

“Meu pai perguntou: ‘É isso que você quer mesmo’? Ela disse: ‘Sim, é isso que eu quero’. A gente se reunia, chorava junto pro meu pai não ver. Aí, nós combinamos que ela iria pra cidade e nós cuidaríamos dos nossos irmãos. E assim foi”, relembra, com os olhos marejados, a irmã mais velha, que até hoje mora na região onde Marina nasceu e cresceu.

Apesar de assustadas com o assédio da imprensa desde que Marina despontou nas pesquisas de intenção de voto, Maria Deuzimar e a irmã Maria Lúcia aceitaram conversar nesta sexta-feira (12) com um grupo de cinco jornalistas.

O encontro, acompanhado por uma assessora da campanha presidencial, ocorreu em uma pequena sala de um hotel da cidade sob a condição de que não fossem abordados temas políticos.

Maria Deuzimar é uma das duas irmãs de “Marinô” –apelido de infância– que ainda moram na mesma região do seringal Bagaço, a 70 km de Rio Branco. A área, já quase toda desmatada, hoje tem fazendas e sítios como o da primogênita, onde ela hoje cultiva pimenta, banana e outros produtos. As outras quatro irmãs moram em Rio Branco, onde são donas de casa, e o único irmão é instrutor de uma autoescola.

A distância até a capital, hoje percorrida em cerca de uma hora de asfalto, inicialmente levava até três dias de viagem a pé, relembram as irmãs. Quando Marina se mudou, já havia uma estrada de barro –e o trajeto foi vencido pelo ônibus após cerca de seis horas.

Era uma vida isolada: as irmãs contam que os vizinhos mais próximos de sua colocação (nome dado a parcelas de seringueiros) estavam a 1h30 de distância a pé. Notícias, só pelo rádio. O pai ia uma vez ao ano a Rio Branco, sozinho, para trocar borracha por mercadorias carregadas em burros.

“Vida boa, simples. Não tinha como não achar a vida boa, a gente não conhecia o outro lado”, conta Maria Lúcia, 55, que chama a atenção pela semelhança física com a irmã famosa e um ano mais velha.

Mas a era dura. Antes de decidir ir para Rio Branco cuidar de uma hepatite que ameaçava matá-la e estudar (não havia escolas no seringal) Marina, desde os 11 anos, ajudava o pai a cortar seringa junto com as duas irmãs mais velhas.

“Ela levantava às 5h, andava até 10h30, 11h, aí chegava em casa, almoçava, parava meia hora e voltava a andar pelo mesmo caminho de novo, recolhendo lata”, lembra Maria Lúcia.

Nos primeiros anos na cidade, enquanto a sua família ainda morava no seringal, Marina se alfabetizou, morou com parentes na periferia de Rio Branco, trabalhou de empregada doméstica e chegou a ser noviça.

O contato com a política ocorreu por meio das CEBs (Comunidades Eclesiais de Base), da Igreja Católica. Em 1984, já militante de esquerda, se tornou a primeira da família com curso superior, quando se formou em história pela Universidade Federal do Acre. No ano seguinte, entrou para o PT e, em 1988, ganhou sua primeira eleição, para vereadora de Rio Branco.

A carreira até hoje surpreende as irmãs. Mas elas contam que, na infância, Marina já chamava a atenção pela ideias. “A gente notava que ela tinha algo mais diferente”, diz Maria Deuzimar:

“Um dia, ela convidou o pai e nós para uma conversa. Ela queria passar pra nós que fizéssemos um plantio de um seringalzinho ao redor de casa. Tínhamos de andar uns 15 km por dia na estrada de seringa. Ela queria que nós entendêssemos que, se plantássemos a seringa perto de casa, e elas crescessem, nós teríamos um seringalzinho pertinho de casa.”

“A gente achou absurdo porque a gente perguntava pro meu pai quantos anos podia ter uma seringueira grossa. E era na base de cem anos. Nós pensá

Lino stark

Dilma e Marina convocam artistas para ‘guerra das estrelas’

12/09/2014
Lino stark

As campanhas de Dilma Rousseff e de Marina Silva vão travar uma “guerra das estrelas” na segunda-feira.

Há alguns dias, a equipe da petista começou a preparar um encontro no Teatro Casa Grande, no Rio de Janeiro, para reunir artistas e intelectuais que apoiam a reeleição.

Os convites estão sendo feitos pelo sociólogo Emir Sader. Entre os que foram chamados para o evento estão o teólogo Leonardo Boff, a economista Maria da Conceicao Tavares, a filósofa Marilena Chaui, as cantoras Beth Carvalho e Alcione, o compositor Noca da Portela, Vera Niemeyer, viúva do arquiteto Oscar Niemeyer, e o produtor Luiz Carlos Barreto.

A lista dos que confirmaram presença ainda não está fechada.

A reação da equipe adversária foi rápida.

Hoje, o cineasta Fernando Meirelles enviou e-mail para artistas e cineastas convidando-os para que eles possam “ter um contato mais próximo” com Marina Silva.

Na lista de Meirelles estão, entre outros, Odilon Wagner, Andre Abujamra, André Klotzel, Alexandre Frota, Astrid Fontenele, Bruna Lombardi, Bruno Barreto, Cao Hamburger, Denise Fraga, Fabio Assunção, Gero Camilo, Irene Ravache, Ivaldo Bertazzo, Toni Venturi e Gisela Moreau.

Nem todos já confirmaram presença.

O evento de Marina será na Casa das Caldeiras, em São Paulo.

Lino stark

Money

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Descubra os bairros paulistanos com maior número de vagas de emprego

Lino stark
11/09/2014

Descubra os bairros paulistanos com maior número de vagas de emprego
Telemarketing é campeã em convites de entrevistas; Especialista aponta alta rotatividade como motivo

O mercado de empregos operacionais não para de crescer em São Paulo. Só em 2014, 2 milhões de convites para entrevistas foram feitos para os cadastrados no site Emprego Ligado. Os bairros com maior número de convites são Itaquera, na Zona Leste, com 258 mil convites para entrevistas somente em Call Center, e Santo Amaro, Zona Sul, com 146 mil convites também para entrevistas em Telemarketing. No Itaim Bibi, até o momento, foram 15 mil convites para entrevistas de manobristas, muito procurados na região. Enquanto, em Santana e no Ipiranga, foram 42 mil e 37 mil convites para entrevistas de vendedores e atendentes de loja, respectivamente.

Os números do levantamento apontam ainda para algumas cidades do entorno. Em São Bernardo do Campo, foram 49 mil convites, dos quais 34 mil para Call Center. Já, em Barueri, os convites somam 125 mil, com 95 mil convites somente para Telemarketing. Enquanto em Guarulhos, o número é de 25 mil, sendo 5 mil para vendedores.

“A rotatividade em Call Center é muito grande. Por isso, o alto número de convites. Existe muita procura por pessoas para preencher os postos de trabalho”, explicou Jacob Rosenbloom, CEO da Emprego Ligado. Ainda assim, segundo o IBGE, seis milhões de pessoas não encontram emprego atualmente no Brasil.

Lino stark